MSG: O sabor que mata

O que é MSG?

O MSG foi inventado em 1908 no Japão. Seu inventor, Kikunae Ikeda, um pesquisador japonês isolou o ácido glutâmico, extraído algas marinhas (Kombu) que tinham a capacidade de realçar o sabor de alimentos. Identificou esse sabor como único e não descrito cientificamente. Até então se conhecia somente 4 sabores (doce, salgado, amargo e azedo). Com a descoberta de Ikeda, a ciência reconheceu o 5° sabor - o “umami”.

Assim nasceu o aditivo MSG, sintetizado em laboratório. Ikeda formou parceria para industrializar o MSG e criaram a Ajinomoto, que significa “a essência do sabor” em japonês e que é hoje o maior produtor mundial de MSG.

Quimicamente, o MSG é composto por 78% de ácido glutâmico, 21% de sódio e 1% de outros aditivos.

O ácido glutâmico engana o paladar e dá a sensação do alimento ter um sabor melhor. Possivelmente, porque atua diretamente nos centros neurais responsáveis pela percepção dos sabores.

O MSG ganhou o mundo após a II Guerra Mundial, quando os americanos perceberam que as rações dos japoneses eram mais saborosas do que a deles, por causa do MSG. Desde 1959 o MSG é um ingrediente aprovado pelo FDA e reconhecido como GRAS (Geralmente Reconhecido como Seguro). Somente nos últimos 10 anos, começaram a aparecer na literatura médica, casos descrevendo inúmeros efeitos colaterais ocorridos após o consumo de MSG.

Por que o MSG é tão perigoso?

O experimentado neurocirurgião Dr. Russel Blayloc, publicou em seu livro: “Excitotoxinas: O sabor que mata” - que o MSG é uma poderosa excitotoxina, que excita as células nervosas causando sua morte ou danos cerebrais de diferentes graduações, que vão desde o desencadeamento até o agravamento das doenças de Alzheimer, Parkinson e outras autoimunes, dos problemas de déficit de atenção e dificuldades de aprendizagem e outras graves doenças que afligem o homem contemporâneo.

O ácido glutâmico livre é o mesmo neurotransmissor que o cérebro, o sistema nervoso, os olhos, o pâncreas e outros órgãos utilizam para iniciar alguns importantes processos no organismo. Logo, a sua suplementação excessiva pode ser danosa.

Embora o FDA continue a afirmar que o consumo de MSG é seguro, experimentos realizados com animais de laboratório, resultaram em danos às suas células nervosas e ao cérebro.

Segundo o Dr. Blayloc, muitos efeitos adversos podem ser associados com o consumo regular de MSG, tais como: Obesidade, lesões oculares, dores de cabeça, fadiga e desorientação, depressão e até asma.

Conforme o FDA, o complexo de sintomas relacionados ao consumo do MSG podem envolver:

Entorpecimento, sensação de queimadura, formigamento, pressão facial ou sensação de aperto, dor no peito ou dificuldade para respirar, dor de cabeça, náusea, batimentos cardíacos acelerados, sonolência, fraqueza, etc.

Não se sabe ao certo quantas pessoas podem ser “sensíveis” ao MSG. Estudos na década de 70 sugerem que cerca de 30% da população americana sofria com a intolerância ao MSG consumido nos alimentos. Como seu uso se expandiu muito desde então, estima-se que atualmente mais de 40% da população seja impactada com alergias, intolerância e outros malefícios causados pelo consumo desse aditivo.